Morango – São Paulo-SP

 

Muita gente me pergunta sobre a Rabyta; qual é o nome, por que do apelido, e qual é a nossa história... Hoje eu tô romantiquinha e quis falar sobre. =)


Quando nos conhecemos, em novembro do ano passado, não rolou uma paixão à primeira vista, pelo contrário. Achei-a inconveniente e chata, e ela me achou estrelinha e petulante. No dia seguinte as impressões foram completamente diferentes e conversamos uma noite inteira. No terceiro dia em que nos vimos – por obra e capricho do destino que emaranhou diversos fios para esse encontro – sentimos algo arrebatador e, depois de conversar por milhões de horas seguidas, terminamos a noite de um jeito bem inesperado.


A partir daquele dia, não desejei mais ninguém. Não quis beijar nenhuma outra boca, nem sentir outro abraço que não o dela. Parece piegas, mas quando a gente gosta, fica meio brega mesmo. Tem uma música do Caetano que diz “Narciso acha feio o que não é espelho” e de fato fisicamente somos um pouco parecidas na altura, no porte, nas roupas. Mas felizmente somos completamente diferentes na personalidade. Sou tranquila demais, mas quero tudo ao meu tempo e hora. Ela é impulsiva, mas dona uma paz inexplicável.
Já brigamos e terminamos da boca pra fora algumas vezes, mas esses desentendimentos acabaram funcionando para ajustar uma coisa ou outra que não estava dando certo. Ela diz que ri muito comigo, e eu, pela primeira vez, estou namorando uma nerd que entende tudo de novas tecnologias, e que também é dona – e sabe usar bem – uma furadeira para pequenos consertos domésticos.


Ela ama cachorros, eu sou alucinada por gatos. Não moramos oficialmente juntas, mas ela passa mais tempo comigo do que na própria casa; e mesmo esse tempo juntas é curto, já que ela viaja muito à trabalho e eu também, mas isso é uma coisa que até ajuda a fortalecer a relação. Sentir saudade é bom porque faz com que valorizemos e aproveitemos melhor os momentos que temos pra curtir uma com a outra.


O primeiro apelido da Rabyta foi Mari, de Mariana Rios, porque eu achava as duas bem parecidas. Depois, na semana em que conheci pessoalmente o Rabito, da novela Carrossel, descobri que ela ficava linda quando prendia o cabelo num rabo-de-cavalo, e o apelido pegou. Sim, é ridículo, mas é real.


Ela embarca nas minhas loucuras, nas minhas brincadeiras e até nas piadas completamente fora de hora. Me ganhou com a simplicidade de ser exatamente o que é, sem forjar um personagem, sem joguinhos de conquista. Conquista, aliás, acho que acontece todos os dias quando há a intenção de fazer algo bom para quem se gosta, e o meu desejo é de que sejamos exatamente assim sempre. Na saúde e na tpm, na alegria e na piadinha ruim, na riqueza e contando os centavos, eu quero estar ao seu lado.


Amor, Rabyta, Rabytica, Mari... te amo muito!